MedMoney Talks · Edição #018 · Prévia
A guerra acabou. O FED ficou quieto. E agora?
17 de junho de 2026 · Semana da Super Quarta
Sete dias atrás, o mundo estava acabando. Pelo menos era o que o mercado dizia. Sete dias depois, o próprio mercado trocou o luto pela euforia moderada com a velocidade de um residente trocando de plantão.
O que mudou? Basicamente tudo. Ou quase nada. Depende do seu horizonte. Três movimentos aconteceram quase ao mesmo tempo:
- Acordo EUA–Irã. Praticamente fechado, com assinatura prevista para sexta, 19/jun, na Suíça. O Brent caiu 4%, o real virou a melhor moeda emergente e o Ibovespa quebrou oito semanas seguidas de queda.
- Warsh no comando do FED. O novo presidente escolheu o silêncio. O mercado, que precificava três altas em 2026, recalibrou para manutenção ao longo do ano.
- Super Quarta. Copom e FOMC decidem juros quase ao mesmo tempo, no momento mais ambíguo do ano. O Focus piorou pela 14ª semana; o IPCA de maio, por outro lado, desacelerou.
O que a edição completa responde
Seis perguntas que você vai querer responder antes da Super Quarta
- A taxa exata para travar antes do Copom — e a janela que pode se fechar nesta quarta.
- O que Dalio disse desta vez: não foi “bolha”, foi a receita do Santo Graal dos 15 ativos. E um número sobre ações americanas que muda a conta da sua exposição lá fora.
- Por que o silêncio de Warsh é estratégia, não timidez.
- A boa notícia do setor saúde que é, ao mesmo tempo, uma má notícia para a remuneração do médico.
- O sinal que o Tesouro Nacional deu ao mercado nesta semana — e que os grandes fundos leram antes de você.
- A tabela completa de renda fixa de junho e o checklist semanal do médico-investidor.
E tem um detalhe
Mas há uma informação nesta edição que eu hesitei em colocar aqui.
O número que o maior gestor de hedge fund do planeta projetou para as ações americanas nos próximos cinco a dez anos. Não é um susto de manchete, é uma conta. E ela muda completamente como você deveria pensar a sua exposição lá fora hoje, não em 2031.
Não é alarmismo. É o tipo de observação que separa quem reage da notícia de quem antecipa o movimento. Está na versão completa. E tem mais...
Acesso completo à edição #018 e a todo o arquivo da MedMoney Talks.
Os mercados têm memória de peixe. A carteira de um médico precisa ter memória de elefante.
Dr. Francisco Vaz
Neurocirurgião · Assessor de Investimentos credenciado pela ANCORD